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Conheci as crônicas de Ailin Aleixo lendo a revista VIP e virei sua fã.
Transcrevi partes de um texto dela. A conheça também.

# Quando falta o ENTUSIASMO, tudo o que nos toca soa igual, nada muito bom, nada muito mau. Nos enfurecemos por não estarmos felizes apesar de termos todo o material para isso. Por sentirmos uma necessidade indefinível de algo mais: mais brilhante, mais excitante, mais apaixonante.
Algo forte o bastante para nos fazer acordar e ter vontade, seja lá do que for. Qualquer coisa que nos deixe famintos e sedentos. Então eles chegam, os SENSATOS. dizem para recobrarmos o bom senso e entender, de uma vez por todas, que a felicidade está numa satisfação tênue, sem grandes vértices.
Os sortudos se mantém assim até a morte, outros notam algo errado nessa satisfação. É comida que não sustenta, luz de relâmpago. Assustados, culpam-se por não se satisfazerem, por precisarem de outros erros, paisagens, amores, brigas (...) Crêem numa alegria maior, confiam nela. Pessoas de fé. Fé numa existência plena de sentido e esvaziada de resignação.
Podem ser ingênuos, mas e daí? O que importa é a coragem de tentar ser MAIS. (...)...almas inquietas, trazem em sí a urgência visceral de ir além.
Como saber se é melhor ficar com o que quase nos satisfaz ou arriscar conseguir o que realmente se deseja?
Como ter certeza de que o 'prêmio' vale o perigo?
Não dá pra ter certeza, o negócio é baseado no risco. E é quando arriscamos topar com a dor que nos tornamos INTEIROS.#


Notei que tenho me afastado do que deveria ser o tema central do blog: AVES. Por essa razão peço desculpas aos que consultam o blog procurando por eles. É que meus pensamentos não andam em linha reta, eles voam como os pássaros!
O blog conta também sobre nós, a "TURMA DO GALLO" - nossa família e amigos. E é com prazer que partilho nossa vida de caipira urbano.
Neste fim-de-semana, por exemplo, com o coração doendo de não estar na CHÁCARA DO GALLO, nos divertimos tarbalhando na Festa das Nações de Santa Bárbara d'Oeste, na barraca que representa a Espanha com comidas típicas, organizada pelo GRUPO ESCOTEIRO UIRAPURU.


Coisa boa foi ver Tony Angeli cantar músicas italianas demonstrando um carinho as pessoas que o assistiam que chegou a emocionar.

Natural que gostemos de música italiana. Temos muito orgulho da história de coragem e desprendimento de nossos pais, avós, bisavós...
'Comunque' hoje é segunda-feira ! - Dia Internacional de começar ou recomeçar o eterno regime. Daí só vem a mente o "proibido": comida.
Mas olhem só que aperitivos interessantes minha 'mamma' me enviou:





"O Espírito Santo se junta a nosso espírito SÃO.
A alegria é uma inteligência MAIS QUE HUMANA;
é permanecer na presença 'dAquele que é em tudo o que É'
* o PRAZER é santo, mas frágil, porque nosso corpo é frágil, é machucado com frequência e seu maior ferimento é SABER-SE IMPERMANENTE.
* a FELICIDADE é santa, mas não durável, porque nosso psiquismo é incerto. Se ela depende menos que o prazer daquilo que está à sua volta, entretanto é muito sensível, MUITO AFETADA em seus humores, POR UM OLHAR, POR UMA FALA E POR TANTAS MEMÓRIAS que se projetam e que a perturbam ao menor encontro.
* a ALEGRIA é santa, menos frágil que o prazer e mais durável que a felicidade. Não depende de nada do exterior, SÓ DEPENDE DE SUA FÉ ..

" NÃO BUSQUE ENTRE OS MORTOS AQUELE QUE VIVE.
NÃO BUSQUE MAIS SEU PRAZER, SUA FELICIDADE,
SUA ALEGRIA NO QUE É MORTAL,
DESCUBRA O QUE NÃO MORRERÁ JAMAIS EM VOCÊ,
O AMOR QUE VOCÊ DEU....
NADA NEM NINGUÉM LHE PODE TOMAR O QUE VOCÊ DEU"

Roberto Mangosi é meu cartunista preferido !
Nasceu em Velletri - Roma - Itália e está com 49 anos.
Seu site rende boas risadas !!! Vale a pena conferir:


Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços
sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de
silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o
amarei menos porque estou quieta. Que o outro aceite que me
preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for
excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se
aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim,
porque também preciso fazer tolices tantas vezes. Que se estou apenas
cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou
agressiva, nem diga que reclamo demais. Que o outro sinta quanto me
dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar
logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez
seu medo ou sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles,
o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer
alarde nem dizendo: "Olha que estou tendo muita paciência com você!"
Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua,
nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária
que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante
de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha
logo atrás de mim reclamando: "Mas que chateação essa sua mania,
volta pra cama!" Que se eu peço um segundo drinque no restaurante
o outro não comente logo: "Poxa, mais um ?" Que se eu eventualmente
perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda
assim me ache linda e me admire. Que o outro - filho, amigo, amante,
marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente
compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço,
não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa:
vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa -
uma mulher.

